sábado, novembro 13

Mais uma vez, encontro-me a ouvir aquela música. Sim, aquela música que me enche de recordações, lágrimas e sorrisos ao mesmo tempo. Sentada no parapeito da janela, mirando a lua em plena noite, tão bela que está hoje, e de fundo apenas aquela música. Que me tranquiliza e agoniza, que me entristece e alegra, que me faz mal e bem! Parece que te acabei de descrever, ai meu amor, se soubesses o que já chorei por ti (já perdi a conta), mas também as vezes que já sorri contigo, que já sonhei contigo, que já fui feliz contigo! Todos os dias, sempre meu amor!Ai meu amor, sempre, mas sempre vou gostar de ti.
Tenho outra confissão a fazer, sou tola por te amar tanto, mas de mim? Apenas te quero dar o melhor, de mim? Apenas me quero dar-te a ti! Preciso, necessito de ti, deste-me algo que não tinha e agora não quero abdicar! Chama-me mimada, egoísta, tudo o que quiseres, mas de ti, não abdico,nunca! Eu apenas quero ser feliz, é pedir muito? Acho que não.
E esta dor é tão real, o amor, a vida, a confiança, o coração partido, o cansaço, é tudo o que me resume. Jurei que nunca ia estar aí, recuso-me, após me teres escorraçado da tua vida (ou imaginei isso?), mas tal como sempre, volto! Porque o meu pior medo, é não te ter! Poderiam me torturar, mas sempre, para sempre vou gostar de ti!

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